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Cursos para trabalhadores Virando a Chave do PPRA para o GRO – Uma Visão da Higiene Ocupacional - Osny Ferreira de Camargo - Módulo 4

Virando a Chave do PPRA para o GRO – Uma Visão da Higiene Ocupacional - Osny Ferreira de Camargo - Módulo 4

Por Osny Ferreira de Camargo

1 hora de conteúdo

Sobre o curso

Conteúdo Programático
Todo o Programa foi desenvolvido com base nas mudanças que estão ocorrendo na NR-9, NR-15, introdução dos textos das NHOs e outros requisitos técnicos como anexos nessas duas normas, e o documento que trata da Gestão de Riscos Ocupacionais ainda em discussão. Leva também em consideração documentos da AIHA e os Limites de Exposição Ocupacional TLV® da ACGIH®.
I – Virando a Chave
Mudanças dos requisitos da NR-9.
Como fica o PPRA – Programa para Prevenção de Riscos Ambientais? Não é mais necessário?
Visão geral dos requisitos anteriores da NR-9, requisitos legais e a prática do PPRA na maioria das empresas. Principais problemas relativos ao PPRA.
O novo requisito para implementação de um GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
O que é e o que deve conter?
Requisitos para um bom Inventário de Riscos Ambientais.
A importância de se estabelecer critérios para tomada de decisão e incorporar este critério no Inventário de Riscos.
II – Três Etapas e 12 Passos para construção de um Inventários de Riscos
Onde está o Perigo?
O perigo está no processo. Conceitos de processos para identificação de situações de perigo e fontes de riscos ocupacionais.
Onde está o Risco?
O risco está nas atividades desenvolvidas pelo trabalhador. Técnicas para reconhecimento de atividades de risco, com base nos diversos tipos de energia ou materiais presentes no processo.
Qual é a exposição?
A Exposição é a relação entre os perigos inerentes aos processos e a os riscos gerados pelas atividades realizadas pelo trabalhador. A avaliação da exposição é uma das partes mais difíceis no trabalho de um higienista ocupacional. Para facilitar esse trabalho são estabelecidos os Grupos de Exposições Similares. Como definir um Grupo que tenham realmente exposições similares para facilitar a avaliação da exposição e para registros no e-social? Definições de Cargo/Função/Tarefas e Atividades.
III – Fatores de Riscos
Diferentes situações e fatores de riscos que podem estar presentes.
Julgamento Profissional. Como se estabelece e se desenvolve essa percepção de riscos, independente de avaliações quantitativas.
A diferença entre medições e avaliações quantitativas.
Critérios para graduação dos riscos ambientais.
IV – Como estabelecer um bom plano de controle de riscos ambientais?
Avaliação de possíveis controles existentes em local de trabalho. O que é probabilidade de falha em sistemas de controle. Como quantificar?
Como avaliar e graduar a severidade de um possível dano à saúde do trabalhador, com base em informações colocadas no Inventário de Riscos. Quais possíveis controles podem ser implantados para monitorização da saúde do trabalhador e qual é a probabilidade de falhas nesses controles.
A importância dos Programas – PCA; Programa de Gerenciamento de Produtos Químicos; Programa para Avaliação da Exposição a Agentes Químicos; Programa para Controle de Sistemas de Ventilação Industrial; PPR; etc. Como esses Programas interferem na gradação dos Riscos e da Severidade dos danos?

Objetivo

Mostrar o que muda com a alteração da NR-09.
Método para identificação e reconhecimento de Riscos Ambientais. Criação de Grupos de Exposições Similares a partir da avaliação qualitativa, com base nos processos e atividades realizadas.
Uso de um modelo de inventário de Riscos que contempla caracterização de processos, ambientes, funções e atividades; critérios para tomada de decisões; avaliação qualitativa, semi-quantitativa e quantitativa de riscos de exposição.
Sugerir um processo para construção do Inventário , com participação dos trabalhadores, e que contempla: identificação de riscos e gradação da severidade e probabilidade do dano.

Sobre Osny Ferreira de Camargo

Osny Ferreira de Camargo:
Engenheiro químico UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho – UNICAMP; Mestre em Engenharia no Programa de Engenharia Mineral da USP - Universidade de São Paulo; Higienista Ocupacional Certificado - HOC pela ABHO - Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais; Membro fundador e ex-Presidente da ABHO; Membro Internacional da AIHA - American Industrial Hygiene Association. Trabalhou por 10 anos na CETESB, na área de fiscalização e controle de poluição preventivo e corretivo; e na 3M do Brasil , durante 20 anos como Especialista em Serviços Técnicos para a divisão de Produtos para Saúde Ocupacional e Segurança Ambiental e 8 anos como Gerente de EHS - Segurança, Saúde e Meio Ambiente.